terça-feira, setembro 30, 2008

A verdadeira dor de Camões

O Vestibular da Universidade de São Paulo cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de um poema de Camões:

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer.

Uma vestibulanda de 19 anos deu a sua interpretação em forma de poesia:

Ah! Camões,
se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet e descobririas
que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!

Ganhou nota dez!
Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era falta de mulher...

Hahahahahaha...
Coitado de Camões...

Beijos

Um comentário:

  1. Foi realmente bem criativo... Mas nos dias de hj o problema de Camoes poderia ser resolvido rapidinho: bastava ir num baile funk!!! rsrsrsrsrsrsrs
    Bjoes.

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